Costureira, empresária, professora, dentista... O trabalho profissional fica para depois. “Agora sou voluntário e faço parte de uma missão”, conta um dos voluntários.
A missão é de levar o pão para quem tem fome. E é tanta gente que é preciso o mínimo de organização. Fila de pessoas que vieram de longe, que saíram cedo de casa...
Além do café, eles também ganham um sorriso e um pouco mais. E assim, a distribuição de comida vai se espalhando pelo hospital.
Tem gente que até estranha. “Fico impressionada com o trabalho do hospital, nunca vi”, relata uma admiradora.
Todo esse trabalho começou com uma experiência pessoa de Polyana Campos. Por mais de um ano ela acompanhou os pais que ficaram internados em um hospital. Polyana percebeu que só os doentes recebiam lanches. Muitas vezes os acompanhantes ficavam o dia inteiro sem comer. Então ela resolveu fazer alguma coisa.
No começo tinha muita procura e pouca oferta. “Tinha dias que eu chegava aqui e chorava. Tinha uma quantidade de pães e a demanda era bem maior. Quando acabava, tinha pessoas que não tinham comida e eu ia pra casa chorando porque não tinha pra dar”, conta Polyana.
Hoje, não tem mais choro, só sorriso. São 1000 pães e muitas garrafas de café com leite. À tarde, alguns ainda retornam para dar uma ajuda no refeitório do hospital.
“É um ato de coração, sem nenhuma visão que possa ter por trás disso. É só mesmo amor ao próximo”, explica Polyana.
Fonte www.g1.globo.com/jornalhoje
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