O cantor Sting vem ao Brasil na próxima semana para um festival de música dedicado ao ambientalismo. O “Jornal da Globo” foi a Londres para conversar com exclusividade com o músico, que também foi um visionário na defesa do meio ambiente.
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O nome dele é Gordon Mathew Sumner. Nasceu no interior da Inglaterra, filho de um leiteiro. Foi professor e até coveiro. Daí partiu para a cidade grande, queria ser músico e deu certo. Gordon virou Sting, e ganhou o mundo no final dos anos 70 com a banda “The Police”'.
Sting é o tipo de pop star que nega o estereótipo. Ele vai muito além do mundo da música e do showbusiness. Há mais de 20 anos, quando nem todos falavam em ecologia, ele já era um ativista preocupado com meio ambiente e as causas indígenas.
No Brasil, ele descobriu a necessidade de fazer algo diferente pelo planeta. Quando foi para o Xingu nos anos 80, conheceu o Cacique Raoni e prometeu ajudar os índios.
Sting criou a Fundação Rainforest, que apoia projetos em florestas da África e América do Sul. “O Brasil é fascinante, é a fronteira da luta ecológica. O mundo está olhando o Brasil porque o que acontece aí é muito importante”.
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