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domingo, 6 de junho de 2010

Carlos Magano


Fuzuê no rococó (Carlos Magano)
Estive viajando por estes dias, e ao chegar, a nossa caixa de recados estava  sobrecarregada  das novidades  ocorridas na cidade, dentre tantas, a que somava o número maior foi a do episódio envolvendo o Deputado Izaías Regis, pois conforme os remetentes, o deputado perdeu a calma e durante um programa numa emissora de rádio local invocou para brigar na faca, no tiro, no soco ou no porrete, alguém, cujo nome não mencionaram.
Sinceramente, apesar de todos os defeitos que ora estão direcionando ao deputado, eu continuo achando que o Izaías ainda é o único entre tantos que por aqui passaram, a trazer coisas expressivas para Garanhuns. Isso é a minha opinião e não quero abono a esse meu pensamento. Apenas, desafio contestações no que se refere às ações em Garanhuns provindas do deputado. Quanto ao que falam por aí, tratando-se de desvios disso ou daquilo, pelo menos eu Carlos Magano ao ganhar o prêmio juntamente com o Paulinho do FEMUARTE 2009,  percebi que a lisura esteve sempre presente no referido evento, em decorrência das formalidades impostas quando do recebimento do prêmio. Senti que o seu próprio fundador, Izaías,  não ficou muito a vontade pelo o fato da música “Viajando em ti” ter sido contemplada duas vezes, prova incontestável de que o deputado se inteirou  para saber se a segunda premiação, “aclamação popular”, realmente procedia.
Não estou aqui saindo em defesa de ninguém, inclusive do referido deputado, até porque ele não me deu procuração alguma para esse procedimento. Estou apenas dentro do meu entendimento, mostrando que o FEMUARTE é legal perante as condições burocráticas, pelas quais  tivemos que passar desde a classificação  até a premiação, e pelos nomes  de destaques dentro do cenário nacional da música, estes requisitados apara comporem o comissão julgadora desse festival, a exemplo de Roberto Menescal entre outras, pessoas estas que jamais fariam parte de algo que fosse conivente com falcatruas.  É preciso que pensemos muito antes de acusar alguém, pois como jornalista aqui em Garanhuns, também já senti os sabores amargos de injustiças e sei o quanto isso é provocante, irritante e desgastante, e assim eu entendo o desabafo do deputado. Não podemos fazer um prévio julgamento em cima de boatos e com isso promover esse fuzuê no rococó.

sábado, 5 de junho de 2010

Carlos Magano


Pesquisa da Fecomércio aponta que a classe média baixa será o foco do sistema financeiro
Quem leu as minhas matérias falando de economia, como por exemplo, “A IMINENTE CRISE NA EUROPA” sabe que eu defendi como principais engrenagens de sustentação dentro desse sistema capitalista, as classes pobre e média, e que a quebradura nos EUA se deu por falta de investimento nestas duas classes, por serem elas as que mais produzem e consomem.
Agora, para minha satisfação, vejo estampada em quase todos os jornais que a matéria abaixo nada mais retrata do que a concordância em gênero, número e grau com tudo aquilo que mostrei através do Blog ugarimpeiro e o Jornal Língua Solta. O conceito matemático em se tratando de economia, tem que passar por uma reformulação, para se compatibilizar com o novo comportamento de consumo que ora o mundo adota. Veja a seguir as conclusões dessa pesquisa.         
O consumo dos brasileiros mais pobres, com renda entre R$ 1.020 a R$ 2.550, chegará a ser o dobro das famílias mais ricas, que ganham acima de R$ 5.100, até 2012, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de São Paulo). Os mais pobres responderão com 8% do consumo enquanto os ricos representarão apenas 4% do total.
Os analistas apontam que essas classes foram as mais beneficiadas com os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e programas de financiamentos, como o Minha Casa, Minha Vida, voltado ao setor da habitação. Com isso, aumentou o acesso dos brasileiros de classe média baixa ao crédito, o que impulsionou o consumo mais entre esse grupo do que nas classes mais ricas.
Somente no ano passado, as classes sociais C, D e E consumiram R$ 864 bilhões, equivalendo a 78% do volume gasto pelos mais ricos (R$ 1,10 trilhão). Um dos motivos dessa mudança é que os brasileiros devem começar a gastar mais com itens ligados a habitação, ou seja, na realização do sonho da casa própria por meio de financiamentos, do que com alimentação.
Atualmente, as famílias com renda de R$ 1.020 a R$ 2.550 são as que mais gastam com alimentos. Elas consomem R$ 4,4 bilhões no setor ao passo que os brasileiros ricos, com renda acima de R$ 15.300, gastam R$ 2,28 bilhões. A mudança no perfil do consumo, esperada para os próximos anos, já mostra uma maior qualificação da classe média, segundo Fábio Pina, economista da Fecomércio.
- Certamente, nos próximos anos, o consumo de alimentos vai representar cada vez uma parcela menor do orçamento das famílias, enquanto itens de habitação tendem a ganhar espaço. Essas mudanças serão mais evidentes entre as famílias das classes C, D e E.
O crescimento no consumo dos brasileiros poderá trazer um rombo maior nas contas correntes do governo, à medida que os investimentos públicos e as despesas também se tornarão maiores com o aumento da população, segundo o economista.
Neste ano, as contas correntes (saldo das contas públicas brasileiras) podem fechar com um rombo de mais de R$ 90 bilhões (US$ 50 bilhões). Se o crescimento nos gastos e na população continuar, a partir de 2013 o valor poderá chegar a R$ 540 bilhões (US$ 300 bilhões), ou 6% do PIB.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Carlos Magano SINA DE GADO


Os piratas da economia e os piratas da Guerra DEVIDAMENTE COERRIGIDA‏

Nas minhas diversas investidas na sociologia mundial, inclusive tendo ido pelo primitivo desse tema, percebi certa inércia no que podemos nos referir as classes menos abastadas. Não precisa ser um economista diplomado para ver que as principais peças de rotação na engrenagem desse sistema são as classes média e pobre, muito embora o próprio sistema tenha criado distinções como: Classe média alta e baixa; classe rica alta e média, isso dentro das considerações das cifras, o que não fica assim muito explicito, mas, com certeza a classe Pobre tendendo para a Miserável, essa esta evidente até demais.
Quando do anúncio da crise mundial, modestamente estive sempre preparado para responder a quaisquer perguntas dentro do assunto, assim como mostrar a sua origem e a sua solução. Acho que igual a mim, muitos que pensam, também queriam falar para aqueles senhores do FMI que se diziam donos da verdade,  - os quais mandavam em muitos países, inclusive no Brasil-,   de que a falta de investimento no foco que lhes dão as suas riquezas foi à causa daquela quebradura, ou dessa crise no planeta. Está provado que um real investido no pobre traz no mínimo dois reais de lucro para o investidor, isso produzido com o sangue e o suor do mesmo, o que para os criminosos “Einsteins”  desse sistema essa maldade nada mai é do que a relatividade .    Explicando a crise em palavras mais simples, vemos que, os esfomeados desse poder lá nos Estados Unidos, sugaram o povo com juros altos – Juros esses embutidos dentro do esquema de preços –, e, esqueceram de investir nesse povo para que ele gerasse e assim lhes conferissem a garantia da dívida. Aí, meus amigos os “Newtons”  da economia  daquele país nada mais fizeram  do que mostrar dentro desse segmento uma das três leis  do físico. PARA CADA AÇÃO, UMA REAÇÃO. Sinceramente, eu ainda não entendi a defesa de bilhões e bilhões destes “economistas” guardados em bancos. Para que serve esse dinheiro se não existir gente na terra? É o que vai acontecer se não houver um investimento sustentável nas classes produtoras. O rico vai ficar sozinho e sentir saudade da beleza que as classes médias e pobres esbanjem através das suas alegrias nascidas do natural.
Mas, voltando à dita crise, do outro lado do mundo, um país, inclusive o que inventou quase tudo que provoca a funcionalidade no mundo, a China, modelou a sua indústria para as classes menos abastadas e economicamente falando anda de vento em poupa. Claro que estas classes são as que mais consomem no mundo, e como disse atrás nessa escrita, são as peças principais da engrenagem econômica. São as que compram mais; que elegem os políticos; que impulsionam os artistas; que trabalha mais e demograficamente é maioria. A China invadiu o mundo com os seus produtos, os quais se não atendem a um tempo de duração e quebram logo, o pobre assim diz: É barato, eu vou lá e compro outro! Que dizer: Até a pobreza intelectual da qual fizeram o pobre ser detentor, se alia a China para o sucesso da sua economia. É difícil se ouvir dizer que se comprou um produto importado dos Estados Unidos. Agora, da China, essa citação já faz calo aos ouvidos. Por essa razão os chineses são taxados hoje por aqueles países que se sentem por eles ameaçados economicamente, como “Os Piratas da Economia”. Só podem estar preocupados. É claro, eles queriam continuar fabricando os seus produtos caros e nos enfiando de goela abaixo e assim ditarem as regras no mundo todo. Aí tomaram na jaca!
Há!... Já ia me esquecendo! Se quiserem a solução para sair da crise, eu tenho! Não me subestimem Piratas da Guerra.